quinta-feira, 18 de março de 2010

fau






Hoje foi dia de ir lááá na cidade universitária e aproveitar pra tirar umas fotos. Sempre que entro nesse edifício sinto como se estivesse dentro de um corte* gigante. Um corte que vai ganhando uma terceira dimensão na medida que o olhar adentra o prédio e parece sugar todo ele de uma vez. Muita coisa acontecendo, dá pra compreender a arquitetura inteira, quase que de uma só vez... Graças ao não construído, aos vazios, aos planos e volumes que parecem, antes de tudo, terem sido feitos pelos momentos de ausência de construção, apesar da brutalidade do concreto. É muito bonito! Na verdade nem sei dizer porque acho tão bonito... Bom mesmo é entrar e sentir o que não se sabe explicar.
"Pensei que o homem da Faculdade de Arquitetura teria o viço e que nenhuma atividade aqui seria ilícita, que não teria de ser controlada por ninguém, e que os espaços teriam uma dignidade de tal ordem que eu não podia pôr uma porta de entrada, porque para mim era um crime." (Vilanova Artigas, autor do projeto da fauusp)

*plano que secciona ou corta um edifício e o representa internamente.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Mande uma carta com flores!


Às vezes um pequeno detalhe ilumina o olhar...Adorei o envelope da foto! Há quanto tempo vocês não escrevem uma carta? É tão bom! O contato com a caneta, com o papel, o caminho do pensamento percorrendo a estrada cabeça~coração~braço~dedos~caneta~papel... E nem precisa ser para outra pessoa.Em alguns momentos nós mesmos necessitamos remeter e receber a própria carta. Pegar toda energia e carinho que muitas vezes derramamos em palavras de amor para nossos queridos e (re)alimentar a fonte! Não somente palavras de amor mas perguntas, críticas... Coisas de quem é amigo de si!




*Para comprar o envelope: http://www.liberty.co.uk/fcp/categorylist/dept/fabrics_merci?resetFilters=true

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mais do I Touch, I try, I paint






Título: Ovula de alegria, mulher!(Bowie on Mars?)

Inspiração





Algumas Imagens - Interiores






Um fundo branco, pé-direito duplo, imaginar uma arquitetura de interiores serena, reta, sem grandes pretensões de destaque. Trata-se de um espaço pequeno mas com uma arquitetura muito bonita, com vistas para o mar que merece também ser reverenciada. Procurei não elevar o ego compulsivo de fazer painéis e muitos detalhes que em outros tipos de espaço se harmonizam muito bem.
Outra questão foi, diante desses conceitos, escolher a melhor forma de ocupar o pé-direito duplo. Não queria deixar de pontuar esse momento no projeto. Mas não poderia ser em qualquer lugar dada a dificuldade do acesso:subir escadas para limpar o que está a 4, 5 metros de altura não é tarefa simples! Por isso, distribuí nichos retangulares e quadrados, de profundidades diferentes próximas ao peitoril do mezanino de modo que os mais altos podem ser alí alcançados.


No hall de entrada, um painel em mdf revestido em laminado tom de madeira, com um apoio para receber uma linda escultura que dê boas vindas a quem chega( um anjo,um santo ou aquelas lindas figuras de barro, mineiras ou pernambucanas)...

Ainda não possuo imagens recentes do projeto mas assim que as tiver, postarei!

Mesa aramada e cadeiras Louis Ghost escolhidas na super Mazzullo Móveis em São Luís-MA.

beijas

Costurar a cidade fragmentada







Devolver o rio Pinheiros para cidade foi um dos objetivos da elabaração deste projeto: uma conexão urbana. Conectar as margens do rio por meio de pontes para pedestres associadas a edifícios-estacionamento ao longo das estações de metrô. Mas não apenas conectar um ponto ao outro proporcionando apenas uma uma travessia de pedestres...A idéia, para além disso, é ligar a cidade como um todo. Você poderia deixar seu carro no edifício estacionamento, pegar a estação de metrô e chegar até Guarulhos.O incentivo ao uso do transporte público é uma premissa fundamental do planejamento urbano. E a ponte funcionando como uma praça. Não somente passagem mas ponto de parada, de encontros, de uma exposição com vistas para o rio, desanestesiando o olhar dos habitantes daquela região que só olham as marginais, o asfalto já que o rio ficou esmagado, foi retificado. Era um bem natutal mas hoje é um artefato urbano, uma mera infra-estrutura urbana.
Depois postarei mais croquis, que para mim é a forma de representação mais carregada de intenções,de idéias e porque não, de sonhos (possíveis)!

arquitetas: TAGAJU (Tayana Figueiredo, Gabriela Matos e Juliana Pereira)

sexta-feira, 5 de março de 2010

Centro de Educação e Cultura Burle Marx - Inhotim (MG)







Jardins suspensos de Inhotim! Esse edifício foi um dos que mais gostei devido a solução dada ao acesso. Chega-se na cota da cobertura tratada como um verdadeiro terraço-jardim de modo contínuo ao jardim natural e através de uma ponte nesse nível vê-se, olhando para baixo, o lindo volume arquitetônico implantado sobre um lago. Burle Marx muito bem homenageado!

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