sexta-feira, 12 de março de 2010

Mais do I Touch, I try, I paint






Título: Ovula de alegria, mulher!(Bowie on Mars?)

Inspiração





Algumas Imagens - Interiores






Um fundo branco, pé-direito duplo, imaginar uma arquitetura de interiores serena, reta, sem grandes pretensões de destaque. Trata-se de um espaço pequeno mas com uma arquitetura muito bonita, com vistas para o mar que merece também ser reverenciada. Procurei não elevar o ego compulsivo de fazer painéis e muitos detalhes que em outros tipos de espaço se harmonizam muito bem.
Outra questão foi, diante desses conceitos, escolher a melhor forma de ocupar o pé-direito duplo. Não queria deixar de pontuar esse momento no projeto. Mas não poderia ser em qualquer lugar dada a dificuldade do acesso:subir escadas para limpar o que está a 4, 5 metros de altura não é tarefa simples! Por isso, distribuí nichos retangulares e quadrados, de profundidades diferentes próximas ao peitoril do mezanino de modo que os mais altos podem ser alí alcançados.


No hall de entrada, um painel em mdf revestido em laminado tom de madeira, com um apoio para receber uma linda escultura que dê boas vindas a quem chega( um anjo,um santo ou aquelas lindas figuras de barro, mineiras ou pernambucanas)...

Ainda não possuo imagens recentes do projeto mas assim que as tiver, postarei!

Mesa aramada e cadeiras Louis Ghost escolhidas na super Mazzullo Móveis em São Luís-MA.

beijas

Costurar a cidade fragmentada







Devolver o rio Pinheiros para cidade foi um dos objetivos da elabaração deste projeto: uma conexão urbana. Conectar as margens do rio por meio de pontes para pedestres associadas a edifícios-estacionamento ao longo das estações de metrô. Mas não apenas conectar um ponto ao outro proporcionando apenas uma uma travessia de pedestres...A idéia, para além disso, é ligar a cidade como um todo. Você poderia deixar seu carro no edifício estacionamento, pegar a estação de metrô e chegar até Guarulhos.O incentivo ao uso do transporte público é uma premissa fundamental do planejamento urbano. E a ponte funcionando como uma praça. Não somente passagem mas ponto de parada, de encontros, de uma exposição com vistas para o rio, desanestesiando o olhar dos habitantes daquela região que só olham as marginais, o asfalto já que o rio ficou esmagado, foi retificado. Era um bem natutal mas hoje é um artefato urbano, uma mera infra-estrutura urbana.
Depois postarei mais croquis, que para mim é a forma de representação mais carregada de intenções,de idéias e porque não, de sonhos (possíveis)!

arquitetas: TAGAJU (Tayana Figueiredo, Gabriela Matos e Juliana Pereira)

Quem sou eu