terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

I Touch, I try, I paint






Sala de espera do médico, sentada no metrô, deitada sem sono... momentos da vida que podem ser preenchidos com um programinha de desenho do Ipod. =)

O que uso chama-se por "I Paint(Free!)". I like it!

=)

Títulos:

1. Num mundo cor-de-rosa há sombras
2. Casa da alma
3. Marsupial
4. Enforque-sequeira
5. Carnaval Costurado

Tara McPherson






Gosto muito do trabalho dela! Postando alguns dos favoritos...

"Tara McPherson é uma artista com alma pop, que cresceu desenhando flyers e posters para bandas de rock. Seu traço é preciso, sua pintura é limpa e sem excessos. Tara retrabalha o imaginário do rock e suas personagens parecem surgidas de um show de hardcore. A marca pessoal de Tara aparece na atmosfera surreal que envolve cada trabalho. Seu gosto pelo design de posters influencia muito a sua pintura e já faz parte de sua identidade. ."

Site da artista: http://www.taramcpherson.com

Canto de trabalho




A impressora merecia um lugar mais alto. Antes estava pegando poeira do chão!Escanear fotos sem quebrar a coluna faz bem a saúde!

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A vida é um sopro



Depois que assisti o documentário com o título deste post, resolvi fazer um quadrinho em homenagem ao arquiteto com a mão mais desembaraçada desse Brasil.

“Enquanto satisfaz apenas às exigências técnicas e funcionais – não é ainda arquitetura; quando se perde em intenções meramente decorativas – tudo não passa de cenografia; mas quando – popular ou erudita – aquele que a ideou, pára, hesita ante a simples escolha de um espaçamento em pilares, ou da relação entre altura e largura, entre cheios e vazios, na fixação dos volumes e subordinação deles a uma lei, e se demora atento ao jogo dos materiais e seu valor expressivo, - quando tudo isso se vai pouco a pouco somando, obedecendo aos mais severos preceitos técnicos e funcionais, mas, também, àquela intenção superior que seleciona, coordena e orienta em determinado sentido toda essa massa confusa e contraditória de pormenores, transmitindo assim ao conjunto, ritmo, expressão, unidade e clareza – o que confere à obra o seu caráter de permanência: isto sim, é arquitetura.” Ver em Lucio Costa: Sobre Arquitetura o artigo Considerações sobre a arte contemporânea (1952), p. 225.

Trailer em http://www.youtube.com/watch?v=3LdoT-XDnLk

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Quem sou eu